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Seirei no Moribito, parte 1 – Deu merda e um apelo.

Estou precisando de um banner e como a situação aqui está complicada por enquanto peguei esse mprestadodo blog Mom’s Basement.

Aqui estão os seis primeiros episódios da forma como eu expliquei no anuncio:
Seirei no Moribito, parte 1 : episódio 1 à 6 – Vídeo 720p10bit Áudio japonês Flac 5.1 e 2.0 [4,1GB]

Aproveitem porque vai demorar para eu liberar os outros episódios…

Eu pretendia liberar isso hoje pela manhã mas eu acordei e meu notebook não.
Culpa do Black Rock Shooter… o caso é que até agora ele não liga e eu não tenho nenhum backup do que tinha ali em outro lugar. As legendas de Moribito assim como todo o resto ficaram presas lá. O HD deve estar intacto mas por enquanto inacessível e não tenho prazo para resolver isso. Dependendo do problema pode ser caro consertar e eu não estou com disposição nenhuma de gastar dinheiro em um note que vive torrando, tampouco de comprar um novo. Me sinto jogando dinheiro fora gastando com tecnologia supérflua.

E é isso, não vou ficar aqui me lamentando além disso.
Torçam para eu resolver essa situação rápido, ou… já que doam para fansub ou speedsub não custa nada perguntar. Alguém me daria R$989? Nem precisa ser diretamente o dinheiro, basta eu indicar o note em promoção da minha preferência e passar meu endereço para você efetuar a compra. Estou falando sério, afinal vou usar esse note para legendar animes e filmes e trabalhar.

Pense nessa boa ação enquanto eu mesmo aproveito esse tempo livre para fazer uma boa ação.
Além de terminar Moribito eu também criaria coragem para terminar Big O, dessa vez com RAWs do Bluray.

Anuncio de nova série: Seirei no Moribito

“Treze anos atrás, a ideia para este livro surgiu em minha mente de forma inesperada, como uma pequena semente. Eu tinha alugado alguns filmes para assistir em casa, algo que eu amava fazer em meu tempo livre. Eu estava apenas relaxando na sala, sem prestar atenção nos trailers, quando de repente uma cena de um filme de ação chamou minha atenção. Não me lembrou qual filme era, mas havia um ônibus em chamas e vi uma mulher, apenas uma figurante no filme, guiando uma criança pela mão para escapar do fogo.

De repente eu queria escrever uma história – a história de uma mulher nos seus trinta anos protegendo uma criança. Em minha mente se descortinou a imagem de uma mulher. Ela vestia roupas de viagem e carregando uma lança curta. Um menino segurava sua mão e corria para acompanhar seu passo. Ele parecia bem alimentado, e de mente forte também. Um milhão de pensamentos passou pela minha cabeça. Ele não parecia ser dela. Ela estava cuidando dele por sua mãe? Se sim, por que? Uma ideia levou a outra, e antes que eu percebesse, a história estava terminada.

Seirei no Moribito se passa em uma terra nascida da minha imaginação, e os nomes dos personagens e locais são todos de línguas pertencentes desse mundo imaginário. Ainda que tenha sido influenciado pela cultura e modo de vida do meu local de nascimento, o Japão, em algumas maneiras se assemelha a um país da idade média.
Como uma árvore espalhando seus galhos,  a história dessa terra que descansa sobreposta a outro mundo cresceu e se expandiu de modo que agora, treze anos depois de eu ter começado, existem três histórias no total. A série Moribito, que começou com este livro ganhou muitos adeptos entre crianças e seus pais no Japão. Recentemente, foi feito uma animação para a TV pelo diretor de Ghost in the Shell: Stand Alone Complex. Também é uma série de mangá popular. E agora ela cruzou o oceano até o Estados Unidos, Itália e Taiwan. A semente que apareceu em minha mente treze anos atrás de fato cresceu em uma grande árvore.”

- Nahoko Uehashi em nota na edição de língua inglesa da Scholastic US de Seirei no Moribito.

A série de livros Moribito começou a ser publicada em 1996 e teve um total de 8 histórias e um total de 11 volumes. É uma série de fantasia bem conceituada por seu mundo inventivo e coerente. A Nahoko é professora de Etnologia em uma universidade feminina, o que quer dizer que ela é especialista em culturas, seu surgimento e desenvolvimento, e comparação com outras culturas. Por isso os povos e seus folclores em suas histórias são tão atraentes, ela sabe do que fala.

Ela também é conhecida por uma outra série de 4 volumes, Kemono no Souja, que também ganhou uma versão animada muito competente pela Production IG em 2009. Mas essa série fica para uma outra oportunidade. Quem quiser assisti-la pode encontrar no Saikou.

Voltando para Seirei no Moribito, em Novembro passado o primeiro livro da série foi publicado por aqui pela Martins Fontes. Não há previsão de que o segundo livro seja publicado por aqui, o que eu acredito ser provável pois também foi publicado em inglês, só que deve parar por aí. O restante da série só está disponível em japonês e a maioria em chines, o que é uma pena.
Porém, temos o anime, que vai muito além de uma simples transposição do livro para a tela.
Todos vocês que compraram o livro recém publicado alegrem-se, o anime tem MUITO a acrescentar na história. A adaptação para a TV foi acompanhada de perto pela Nahoko e o diretor Kenji Kamiyama fez um excelente trabalho em extrair o melhor da história sabendo que provavelmente seria a única aparição dela na TV. Por mais que seja uma história de alta qualidade, animes de alta qualidade não vendem. Isso é literatura de alto nível, não um entretenimento de massa feito com o objetivo único de vender, comprometendo sua qualidade. Por isso, mesmo que ele tenha concluído que o livro poderia ser adaptado para a TV tranquilamente em até 14 episódios no máximo o anime tem 26 episódios. Esses 12 episódios extras são o melhores fillers que já fizeram em uma adaptação animada.

Por mais que seja bom, o livro não é perfeito, tem seus pontos fracos, ainda mais sendo o primeiro livro da autora. Uma reclamação recorrente sobre o primeiro livro é: “afinal, quem é a Balsa?”

No livro a Balsa é apenas uma guarda-costas tentando fazer o seu trabalho. E só.
Pouco sabemos dela, ela não parece ter muita história apesar de ter. Para você ter noção de como é, ela fala um pouco sobre ela, conta sua história, em umas três páginas bem por alto e falando em terceira pessoa. No anime isso foi transformado em um episódio completo com complementos e ao longo da série também são mostradas algumas cenas a mais. O roteiro não apenas transpõe para a tela, ele melhora.

Alguns fatos são mudados, outros criados, personagens que eram apenas citados umas duas vezes ganham seu próprio arco ao longo da série, principalmente o trabalho feito em cima de um certo príncipe é soberbo.
E nem todo filler é exatamente um filler. Várias histórias desses episódios extras vieram de outros livros da série. Quais eu não vou dizer.

Por isso decidimos lançar a série me pacotes de episódios.
Do 1 ao 6. {do livro com retoques}
Do 7 ao 14.  {filler e enxertos de outros livros}
Do 15 ao 20. {releitura do meio do livro}
Do 21 ao 26. {do livro, com retorques, releitura e adições.

Nota: a história é a mesma, mesmíssima. Pode-se dizer apenas que o anime é uma versão 2.0 do livro. 

Estes são os arcos como a série foi divida e como será disponibilizado por nós.
Claro, em parte isso também é falta de pessoal para revisar as legendas, que estão traduzidas, as RAWs de prontidão, mas meu português é péssimo e por mais que eu fique revendo eu simplesmente não consigo ver os erros de digitação. Uma droga.
No momento estou tendo ajuda do Jasque e do Patrick Antolioni. Se por acaso você tem um bom português e está livre nesse carnaval, peço por gentileza uma ajuda para revisar o português disso. As legendas ficarão no banco de legendas para quem quiser e mudar o que quiser, mas é melhor que elas já estejam embutidas nos episódios prontas não é? Se alguém puder pegar pelo menos 1 episódio e ajudar com isso já seria de grande ajuda.

É isso aí, ao final eu também colocarei aqui a trilha sonora completa (2 discos).
Tenho os extras da série, mas são apenas entrevistas “chatas”, não sei se alguém vai ter interesse e paciência para assistir.

Ah, assistam pelo menos para verem do que o Production IG é capaz, pqp maldito Guilty Crown! Aquilo é um desperdício enorme de talento, a animação é uma enganação, o campo de batalha é inexistente. Seirei no Moribito tem poucas lutas, mas quando tem é um espetáculo, muito bem animadas e convincentes.
E todo o resto do visual da série também é lindo de chorar, cenários sublimes.

 

 

E agora, vamos falar de algo importante: formatos.

Vamos disponibilizar a série primeiramente na resolução 720p10bit com áudio FLAC 5.1.
Sei, muitos ainda não gostam de 10bit, nem eu, mas é o que temos. Esses episódios terão por volta de 600-700 megabytes.
E, caso haja interesse, e tivermos banda suficiente para isso, também disponibilizares os episódios na resolução 1080p8bit com áudio AAC 5.1. Esse é o formato que eu prefiro, meu note sente mais conforto decodificando esses arquivos em maior resolução por hardware do que torrando para processar o 10bit de cor do arquivo em 720p. A aceleração por hardware para 10bit de cor está chegando aos poucos, mas não é todo mundo que vai ter facilidade de conseguir isso.
Caso queira saber mais sobre esse tal de 10bit e como ele vai afetar sua experiência com animes daqui para frente recendo fortemente ler os artigos e tutoriais dos MasT3R no blog dele, o “Tecnologia e ETC“.
Muita coisa eu só consegui finalmente entender com os tutoriais dele, ele explica muito bem.

O formato de distribuição será por hora apenas por Torrent.

E o mais importante, a adaptação que vocês deverão achar altamente questionável.
Sabem aqueles nomes e locais que normalmente ficam na língua original mesmo? Pois eles foram todos traduzidos para o português. Como isso não se vê frequentemente poderá parecer bem estranho. Eu fiz isso porque eu quis, me deu vontade, mas podemos conversar. Apliquei apenas uma regra: nomes em Yogoês são traduzidos, em Yakoês não.
Yogo é onde se passa a história, então os nomes do cotidiano dos personagens foram traduzidos porque aqueles personagens entendem o significado. Já as palavras nativas da língua do povo indígena que vive na região eles não entendem, por isso foram mantidos no original. É uma lógica simples.

Como nem todos irão gostar, aproveito para perguntar logo, vocês querem uma segunda legenda dentro do arquivo com todos os nomes no original? Vai me dar trabalho passar por todas as legendas destraduzindo os nomes, mas quem sabe, se muitas pessoas pedirem eu posso fazer esse esforço.

E um detalhe menor, os “…”.
Quando uma linha é muito longa e demorada e não na tela, ela é dividida em duas sequências de fala. Se coloca os três ponto ao final da primeira parte e no início da segunda para indicar a continuidade. Alguns poucos optam por deixar sem esses três pontos. Vocês preferem com ou sem eles?
Sem eles fica estranho, parecendo que esqueceu de digitar o ponto final.

Opinem nos comentários.